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Expressiva manifestação em Bratislava evocando jornalista morto

Um ano depois do assassínio do jornalista eslovaco Jan Kuciak e da sua noiva, Martina Kusnirova, muitos milhares de manifestantes encheram as ruas de Bratislava, capital da Eslováquia, e de outras cidades do país. Os organizadores reafirmaram a exigência de uma investigação independente, e livre de interferência política, sobre o crime, que continua impune. Kuciak, que investigava casos de corrupção, preparava-se para publicar documentos sobre uma presumível ligação entre políticos eslovacos e a máfia italiana, bem como sobre fraudes na utilização de fundos agrícolas europeus. A sua morte desencadeou uma crise política que levou à demissão do então primeiro-ministro, Robert Fico, e do seu governo. Na manifestação em Kosice, a segunda cidade do país, falaram à multidão a mãe de Martina e o Presidente da Eslováquia, Andrej Kiska, que deu conta do estado das investigações, lamentando que as ligações entre os responsáveis não estejam ainda reveladas: “Esperamos respostas tão breve quanto possível, porque ainda há muitas questões”  - afirmou.
Fevereiro 19

O pai do jornalista assassinado, Jozef Kuciak, dirigiu-se aos manifestantes em Bratislava, tendo dito que a coisa mais triste é que, passado um ano sobre a investigação, tenha sido descoberto que o jovem Jan Kuciak era seguido por antigos membros do SIS – Serviço de Informação da Eslováquia e rastreado nos ficheiros da polícia. 

“Todos podem fazer o seu próprio juízo sobre que espécie de democracia é aquela em que vivemos, e quem devia de facto apresentar desculpas”  - afirmou. 

Segundo o diário eslovaco em língua inglesa Spectator.sme.sk, que aqui citamos, os manifestantes também protestaram contra as propostas de alteração ao Código de Imprensa em vigor no país, reclamando em vez disso maior protecção dos jornalistas. 

“Vamos continuar a perguntar se a investigação  é independente”  - disse a jornalista Beata Balagova, directora do diário Sme e vice-presidente do International Press Institute. 

“Não esquecemos, e não vamos embora”  - afirmou Matus Kostolny, director do diário Dennik N, recordando que o ex-primeiro-ministro Robert Fico continua a chamar criminosos aos jornalistas. (...)

 

Mais informação no Observador,  na Euronews  e no Spectator.sme.sk

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