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O impacto sentido nos quiosques devido à quebra de vendas de jornais

O jornalista José Luís Torro, do jornal ABC España, alertou para o baixo número de vendas de títulos impressos e como esta situação tem vindo a afectar os quiosques. Esta chamada de atenção surgiu após a afirmação de Manolo Mata acerca do quiosque que visita regularmente, explicando que este planeia deixar de vender jornais devido às vendas reduzidas. Torro sublinhou que este tipo de situações têm uma alta probabilidade de se repetirem, visto que cada vez menos são compradas revistas e jornais impressos. Consequentemente, isto poderá levar também ao fecho dos quiosques, uma vez que a venda dos restantes produtos não será suficiente para sustentá-los. Apesar das declarações optimistas de alguns empresários da imprensa e directores de jornais, os dados parecem indicar um declínio contínuo nas vendas de edições impressas, sem qualquer reviravolta ou abrandamento à vista. O jornalista argumentou que um dos motivos para esta previsão é o facto da “venda de jornais ser, actualmente, inversamente proporcional à idade do comprador”, já que uma grande parte dos clientes pertencem a uma faixa etária mais velha. Torro acrescentou, também, que é irrealista sonhar com o regresso à venda de jornais observado nas décadas de 1970 e 1980, “quando em Espanha houve uma explosão de novos cabeçalhos e um notável aumento da circulação e das vendas de jornais”. Tendo isto em conta, o jornalista insistiu que é necessário o fornecimento de algum tipo de ajuda ou subsídio aos quiosques que continuam a vender jornais, de forma que possam continuar a “exercer o seu papel de intermediários entre editoras, distribuidoras e leitores sobreviventes”.
Novembro 22
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