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Modelos mediáticos em mudança alteram perfil de jornalismo “freelancer”

O mercado mediático encontra-se, agora, em constante mudança, com novas tendências a surgirem todos os dias, e com a precariedade a estabelecer-se como uma característica indissociável da profissão jornalística. Perante este cenário, as escolas de jornalismo devem ajudar os seus alunos a adaptarem-se à nova realidade, o que passa pela introdução a noções básicas sobre o modelo de trabalho “freelancer”. Quem o garante é Andy Hirschfeld que, num artigo publicado no “site” da International Journalists’ Network, recordou que, até 2027, prevê-se que, nos Estados Unidos, mais de metade dos profissionais dos “media” trabalhe em regime independente. Assim, Hirschfeld considera essencial que os jovens profissionais aprendam a fazer um “pitch” sobre as suas reportagens, para que venham a ter uma maior probabilidade de colaborar com diversos títulos noticiosos. Além disso, o autor defende que os jornalistas devem encarar o “freelancing” como um negócio, pelo que as escolas de comunicação deverão oferecer unidades curriculares sobre finanças. Neste sentido, Hirschfeld defende que os estudantes deverão, igualmente, aprender a estabelecer a sua própria marca, especializando em determinadas editorias, para que possam destacar-se. Isto inclui aprender a utilizar as redes sociais a fim de criar uma identidade profissional, e de publicitar o seu trabalho, bem como as suas capacidades jornalísticas. Por fim, Hirschfeld destaca a necessidade de aprender a utilizar diferentes materiais de reportagem, já que, se trabalharem enquanto “freelancers”, estes jovens não terão assistência de outros colegas, ou formação no local de trabalho.  
Novembro 21

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