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A personalidade como factor para a disseminação de “fake news”

Os traços de personalidade influenciam a probabilidade que os cidadãos têm de partilhar notícias falsas, concluiu um estudo da Universidade de Duke, publicado na revista "Scientific American” e reproduzido no “Nieman Lab”. Conforme explicaram os autores do estudo, Asher Lawson e Hemant Kakkar, embora a ideologia política seja um dos factores a ter em conta quanto à disseminação de “fake news”, existe um traço que não pode ser ignorado: a consciência própria. Neste âmbito, os responsáveis pela investigação realizaram oito inquéritos, contando com um total de 4642 participantes. Numa primeira fase, os participantes foram avaliados quanto à natureza das questões sobre os seus valores e comportamentos. Depois, esses mesmos inquiridos tiveram acesso a uma série de questões sobre a pandemia, foi-lhes pedido que avaliassem a sua exactidão e, ainda, que especificassem o quão impelidos se sentiam em partilhá-las. Neste âmbito, os investigadores concluíram que tanto os participantes liberais como os conservadores, com elevados níveis de consciência, tinham pouca probabilidade de partilhar “fake news”. Por outro lado, os cidadãos conservadores com níveis mais baixos de consciência, mostraram-se mais propensos a disseminar este tipo de conteúdo. O mesmo se verificou na segunda fase do estudo, que avaliou os mesmos factores, junto de outro grupo de participantes. Além disso, os investigadores concluíram que, no caso dos cidadãos conservadores com baixos níveis de consciência própria, os relatórios de “fact-checking” nem sempre surtem os efeitos desejados, já que estes indivíduos continuam a partilhar notícias falsas, mesmo que estejam assinaladas como tal.
Novembro 21
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