Novas plataformas permitem jornalismo personalizável
Desde há muito, que os jornalistas têm dependido, sobretudo, das empresas mediáticas para publicarem os seus artigos, e para obterem rendimentos.
Contudo, segundo apontou Miguel Ormaetxea num artigo publicado no “site” “Media-Tics”, essa realidade começou a alterar-se com a era digital, e com o aparecimento das redes sociais.
Isto porque, agora, os jornalistas têm acesso a diversas plataformas, através das quais podem partilhar os conteúdos, criar a sua própria base de leitores e, ainda, gerar receitas.
É esse o caso do “Substack”, um “site” de “newsletters” criado em 2017, cujo “software” permite que os profissionais possam, facilmente, remeter os seus produtos para a caixa de correio electrónico dos seus subscritores.
Além disso, desde 2019, o “Substack” passou a ter suporte áudio, permitindo a publicação e divulgação de “podcasts”, um formato informativo que tem vindo a conquistar milhões de consumidores nos últimos anos.
Ao agregar e enviar os conteúdos de diversos jornalistas, a “Substack” conseguiu conquistar, em apenas quatro anos, um milhão de subscritores. Ainda assim, esta plataforma encontra-se longe do seu objectivo a médio prazo: os dez milhões.
Novembro 21
Desta forma, o “Substack” está a conseguir aproximar-se de alguns dos títulos jornalísticos mais populares, tais como o “New York Times”, o que, de acordo com Ormaetxea, pode alterar, para sempre, a forma como o jornalismo é produzido e consumido.
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