Depois do “Brexit”, a imprensa britânica foi surpreendida com o afastamento anunciado do Príncipe Harry e da mulher, Meghan, em relação à família real
O modelo de abrodagem variou consoante se tratava de jornal “tablóide” ou de referência. Mas, na prática, toda a imprensa consagrou as suas primeiras páginas a este novo episódio ligado à coroa britânica.
No caso do “Guardian” , o jornal enfatizou o facto de o casal querer trabalhar para conquistar independência financeira. Já os jornais “tablóide” – como o “The Daily Mail”, “The Mirror” e o “The Sun” – focaram-se nas reacções da família real.
O “The Sun”, inclusive, procurou cirar uma nova corrente nas redes sociais, com a “hashtag” “Megxit”, enquanto o “Express” sublinhou a tristeza e o desapontamento da Rainha ao saber da notícia, que, alegadamente soube pela televisão.
Janeiro 20
Por seu lado, o “i” fez de Harry o único protagonista da manchete, onde se pode ler “Harry despede-se”. A publicação refere que a família real está a atravessar a maior crise desde 1936 – ano em que Eduardo VIII abdicou do trono para se poder casar com uma mulher divorciada.
O “New York Post” recebeu a “menção honrosa” por parte do “The Guardian”, ao tentar transmitir, visualmente, como seria a vida de Harry e Meghan enquanto comuns mortais.
Finalmente, o “New York Post” foi apontado pelo “guardian como merecedor de “menção honrosa” por ter tentado transmitir um vídeo de como seria a vida de Harry e Meghan enquanto comuns mortais.
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