De acordo com o estudo, cinco jornalistas decidiram denunciar as agressões ao Ministério Público, com o apoio da associação Advogados Defensores do Povo. Outros 20 jornalistas, que estavam exilados e decidiram regressar ao país, dizem ter-se deparado com  um crescente número de  obstáculos ao exercício da profissão.

De acordo com relatórios da Freedom House, a Nicarágua é uma nação “não-livre”.  No poder desde 2006, Ortega é acusado de constantes atentados à liberdade de imprensa no seu país. Os ataques contra os “media” independentes intensificaram-se com o início de manifestações, em Abril de 2018, contra o actual governo. Desde então, vários Grupos de imprensa ficaram condicionados, ou foram encerrados.