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As “bolhas extremistas” e as “fake news” no jornalismo

Com o resultado das eleições presidenciais, no Brasil, surgiu um novo desafio para a imprensa e o jornalismo: o surgimento de “bolhas extremistas”. No Observatório da Imprensa, com o qual o CPI mantem um acordo de parceria, Carlos Castilho descreveu esta situação como “inédita para a imprensa e para os profissionais”, uma vez que, actualmente, assistimos a uma posição desafiadora por parte do lado derrotado. A imprensa e o jornalismo, dois dos principais meios de comunicação que “alimentam a polarização político-ideológica no país”, são protagonistas disso mesmo, tendo a responsabilidade de filtrar, aumentar e diminuir a informação e de garantir que os resultados da votação são respeitados. O jornalista sublinhou, também, que estes estão diante o “agravamento do dilema entre seguir a velha regra da isenção ou assumir a necessidade de neutralizar a polarização político-ideológica”, acelerando a mudança das suas estratégias editoriais. As fake news revelaram-se, igualmente, um instrumento preocupante na estratégia dos movimentos extremistas, uma vez que a quantidade de informação é tanta que se torna difícil de distinguir a verdade da mentira. Também as redes sociais contribuem para este fenómeno, tendo em conta o rápido fluxo de informação que proporcionam. É esta insegurança e incerteza sobre a autenticidade das notícias que cria um ambiente ideal para a disseminação de informação falsa por parte das “bolhas extremistas” e, mais concretamente, para a radicalização. Desde que os “factos” vão de acordo com as suas visões e ideologias, estes grupos utilizam dados e informações falsas para seu proveito, consciente e inconscientemente. Castilho admite que cabe ao jornalismo e à imprensa não tomar posições tolerantes, pois isso apenas irá contribuir para o crescimento dessas “bolhas extremistas”.  
Novembro 22
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