Da mesma forma, esta organização quer, agora,  generalizar as práticas de “higiene digital”, para que as mulheres jornalistas percebam os riscos que enfrentam “online”, e possam defender-se de uma maneira proactiva, através de novas estratégias e ferramentas.


Por fim, a responsável da IWMF recordou que a associação está pronta para ajudar qualquer profissional que procure apoio, quer através de formação sobre a violência, quer através de apoio psicológico.


“A ajuda está disponível e queremos que as profissionais possam usufruir dos nossos recursos”.