Por outro lado, há, também, que ter em conta as características pessoais de cada indivíduo, como a idade, o sexo, o nível de literacia, a ideologia política, o nível de confiança em notícias, a frequência de utilização das redes sociais, etc.


A este nível, verificou-se que as mulheres jovens são aquelas que “fogem” às notícias com mais frequência. O mesmo acontece com os indivíduos que se identificam com a esquerda partidária.


Por outro lado, os cidadãos que utilizam as redes sociais como principal fonte de informação, têm menos propensão para evitar, activamente, o contacto com artigos jornalísticos.


Confrontados com estes resultados, os investigadores concluíram que seria importante os “media” adaptarem-se a um determinado “público-alvo”, em detrimento do modelo “one size fits all”.


Leia o artigo original em “NiemanLab”