Segundo a Asociación de la Prensa de Madrid, que aqui citamos, Soledad Gallego-Díaz começou no El País como colaboradora especializada em informação política, integrando pouco depois a secção de Política, tendo sido a cromista parlamentar durante os momentos mais intensos da Transição. Foi ela, com Federico Abascal e José Luis Martínez, “quem conseguiu e publicou em exclusivo o primeiro projecto da Constituição Espanhola de 1978”. 

Foi correspondente do jornal em Bruxelas, mais tarde em Londres e em Paris e, depois de ter sido durante cinco anos directora-adjunta, em Nova Iorque e em Buenos Aires. Assina todos os domingos uma coluna de análise política e, desde Setembro de 2012, é também colaboradora da Cadena SER no programa Hoy por Hoy

Por seu lado, Antonio Caño  - que continuará vinculado ao diário -  assumiu a direcção do El País em Maio de 2014. Entre outras coisas, “deu impulso à transformação tecnológica e ao arranque digital do diário, até se situar como líder indiscutível entre os títulos de expressão espanhola; superou a barreira dos 100 milhões de visitante únicos mensais, o que coloca El País entre os dez diários mais lidos do mundo”. 

Citando ainda a APM, “durante a direcção de Caño o jornal alargou a sua presença na América Latina e tornou-se uma referência imprencindível da actualidade em países como o México, Brasil, Argentina e Colômbia”.

 

Mais informação na Asociación de la Prensa de Madrid  - com a qual mantemos um acordo de parceria -  e ainda no Público e no DN