Revista “L’Express” faz “profissão de fé” política
A sete meses das eleições presidenciais francesas -- momento no qual os jornais preparam os seus conteúdos, de forma a conquistar subscritores -- , a “newsmagazine” “L’Express” reafirmou a sua posição enquanto publicação liberal, de centro-direita.
“A palavra ‘liberal’ pode ter uma conotação negativa, mas seis em cada dez jovens encaram-na com bons olhos”, referiu Eric Chol, director editorial daquele título.
Desta forma, a “newsmagazine” -- que adaptou, em 2020, um modelo editorial semelhante ao do “Economist” -- quis reafirmar o seu compromisso para com os ideias liberais, com o “optimismo” e com o seu “crescimento”.
Além disso, através destes ideais, o seu principal accionista, Alain Weill, espera impulsionar uma nova campanha de “marketing”, que deverá incrementar a popularidade da “L’Express”.
Ademais, Weill está confiante de que a reafirmação da “L’Express” enquanto título liberal é o primeiro passo para a conquista de novos assinantes e, consequentemente, para a recuperação financeira do título, que registou perdas significativas no período pandémico.
Setembro 21
“Enquanto accionista, não tenho medo de financiar perdas”, afirmou Weill, citado pelo jornal “Le Monde”. “No ano passado, voltámos a erguer a empresa. Em 2021, iniciamos o seu relançamento comercial. Contamos, agora, com cerca de 100 mil assinantes, um número que queremos duplicar até 2023”.
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