A incerteza e o pânico provocados pela pandemia de coronavírus vieram foram favoráveis aos “media”: os cidadãos voltaram a manifestar interesse pela informação e, nos últimos meses, têm acompanhado, de perto, a evolução da Covid-19 no mundo.
Como tal, os conteúdos informativos sobre o novo coronavírus são, de longe, os mais populares.
Prova disso mesmo são as “newsletters” do “Washington Post”. Em apenas dois meses, a “newsletter” do jornal norte-americano, dedicada ao coronavírus, tornou-se mais popular do que qualquer uma das outras 60 ofertas semelhantes.
O “Post” não adiantou o número das subscrições da “newsletter”, mas garantiu que 40% dos utilizadores lêem cada uma das “cartas” que lhes chegam ao “e-mail”.
Maio 20
Além disso, as muitas ofertas informativas do “Washington Post” sobre o novo coronavírus garantiram-lhe um crescimento exponencial no número de leitores mensais, num aumento de 55%, entre Fevereiro e Março .
Nos últimos anos, as “newsletters” têm demonstrado ser uma ferramenta eficaz para a captação de novos leitores e para o desenvolvimento de hábitos de consumo informativo. Esta nova aposta já se mostrou proveitosa noutros jornais de referência, como o “New York Times”.
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