Além disso, a maioria dos crimes registados apresenta um “modus operandi” semelhante: em 58% dos casos, os jornalistas foram perseguidos pelos agressores e mortos por assassinos profissionais.


Ademais, um em cada quatro jornalistas foi sequestrado antes de ser assassinado. A maioria dos cadáveres foi encontrada com sinais de tortura e, em alguns casos, mutilações.


De acordo com o “Observatório da Imprensa”, uma das constatações mais relevantes é que pelo menos 45% das vítimas “relataram ter recebido ameaças”. No entanto, apenas 16% receberam algum tipo de protecção.


Agora, os RSF pretendem iniciar acções de sensibilização,  para que os governos da América Latina estejam mais atentos aos crimes cometidos contra jornalistas. Estas medidas deverão passar por “actividades de advocacia política”.


De momento, grande parte do projecto está a ser realizado virtualmente, com a ajuda de correspondentes dos RSF, que estão a enviar questionários aos responsáveis pela implementação de mecanismos de protecção.