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Jornalistas iranianos impedidos de cobrir o Mundial de futebol

Alguns jornalistas da Iran International Television (IITV), com sede em Londres, tiveram os seus vistos confiscados após terem sido designados por “associação terrorista” pelo governo iraniano. O Catar, cujo IITV alegou que apoiou a situação por estar sob pressão do Irão, declarou que “nenhum dos jornalistas recebeu credenciamento ou vistos do Catar ou da FIFA”. No entanto, de acordo com os documentos fornecidos à PressGazette, esta afirmação é falsa, já que existem provas de que, no Verão, a entrada de um jornalista do IITV no Catar foi aprovada, tendo outros três sido aprovados para credenciamento da FIFA. A IITV, canal de notícias de 24 horas, tencionava enviar sete jornalistas para cobrirem os acontecimentos da Copa do Mundo, os quais solicitaram, com sucesso, credenciamento ou vistos gerais para a entrada no Catar. Apesar disto, dois dos três jornalistas credenciados pela FIFA admitiram que os seus vistos de entrada foram rescindidos e o terceiro que passou de aprovado para pendente. Adicionalmente, os jornalistas não credenciados defendem que foram informados, no final de Outubro, de que os seus vistos foram alterados, permitindo apenas a entrada, mas não o trabalho. De acordo com a Radio Free Europe, esta situação deu-se após o Ministro do Interior do Irão ter dito que “a cooperação com o IITV seria considerada uma cooperação com terroristas”. Os documentos de entrada de um dos jornalistas do IITV parecem ter sido criados no Verão, um mês antes do início dos protestos no Irão, em homenagem a Mahsa Amini, que foi vítima da Polícia Moral do Irão por não usar o hijab correctamente. O IITV foi um dos canais que cobriu este caso. O Catar encontra-se no 119º lugar no Índice Mundial de Liberdade de Imprensa 2022, enquanto o Irão está classificado em 178º, existindo jornalistas deste país que são ameaçados por fazer o seu trabalho.
Novembro 22
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