No ano passado, o Grupo de imprensa Figaro gerou um lucro operacional de 31 milhões de euros, o seu melhor desempenho numa década.
“Em 2021, o grupo Figaro registou os seus melhores resultados em mais de dez anos. Com um resultado operacional de 31 milhões de euros, superámos o patamar de 2019, antes da pandemia. Se retirarmos o prejuízo de 6 milhões registado devido a actividades que permaneceram paralisadas em 2021, o nosso lucro operacional chega aos 37 milhões”, pode ler-se em comunicado.
Na mesma nota, o director administrativo do Figaro, a Marc Feuillée, sublinha que, com estes resultados, o Grupo conseguiu consolidar-se enquanto um das empresas mais rentáveis do sector.
“Hoje, o grupo Figaro está mais forte do que antes da crise. Mais de 50% da sua actividade é realizada no digital, o que traz crescimento e rentabilidade. Este é o resultado da sua transformação nos últimos anos”, acrescentou o mesmo responsável.
“A partir de agora, a nossa actividade baseia-se num modelo ambicioso, que combina o acesso gratuito a alguns dos conteúdos, com o crescimento do número de leitores fidelizados”, continua o comunicado, reiterando que, em 2021, o “site” do Figaro conseguiu manter-se no primeiro lugar do “ranking” de audiências.
Com 400 mil leitores fidelizados, o Grupo Figaro aumentou a sua base de assinantes em 60%, em apenas dois anos. Agora, a empresa mediática espera ultrapassar a marca dos 500 mil subscritores, até ao final de 2023.
Março 22
Em 2021, também as revistas “ Madame Figaro” e “Le Figaro Magazine” apresentaram um bom crescimento da circulação total, com uma subida de 3,2% e 2,1%, respectivamente.
Por fim, a actividade do Figaro Classified (anúncios classificados de imóveis e emprego) beneficiou do bom dinamismo do mercado imobiliário.
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