Jornalistas da “Gannett” protestaram contra baixos salários
Na semana passada, 200 jornalistas da Gannett, pertencentes à maioria das salas de redacção da empresa, cumpriram greve durante um dia.Alguns dos jornalistas fazem parte de The Arizona Republic, The Desert Sun na Califórnia, The Journal News em Nova York, e The Record, em Nova Jersey.Este protesto dos jornalistas deveu-se a propostas salariais consideradas insuficientes, que Gannett se recusou a negociar.Os baixos salários têm levado muitos jornalistas da Gannett a sindicalizarem-se.Trabalhadores de outros sectores da Gannett também se associaram ao protesto.Adicionalmente, a greve deveu-se também a recentes intervenções da empresa, incluindo várias demissões e oferta de licenças sem vencimento.Note-se que a Gannett já afastou cerca de 400 colaboradores no Verão, ao mesmo tempo que anunciou o congelamento das contratações.
Actualmente, a empresa, que é a maior editora de jornais nos Estados Unidos, dispõe de 12.300 colaboradores, após um corte de 6,5% na globalidade do pessoal.
Novembro 22
Recorde-se, no entanto, que este não é o primeiro protesto contra a Gannett.
A greve verificou-se um dia após a publicação dos resultados trimestrais da impresa, que confirmaram prejuízos de 54 milhões de dólares. O CEO da Gannett, Mike Reed, admitiu que não espera uma recuperação até 2024, prevendo um prejuízo, no final do ano, entre os 60 a 70 milhões de dólares.
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