Javier Godó, histórico proprietário do La Vanguardia, designou o seu filho Carlos Godó como novo presidente executivo do Grupo Godó, permanecendo ele próprio no cargo de editor. 

Tal como o pai, Carlos Godó entrou na empresa com 23 anos. Começou por funções de base e, a pouco e pouco, foi subindo na estrutura. Segundo Javier Godó, não quis manter-se para sempre na presidência para evitar que “o futuro da empresa estivesse em jogo”. 

Carlos Godó interrompeu a sua carreira como advogado nos EUA quando surgiu a intenção de Mario Conde de adquirir uma participação no Grupo, o que colocava em risco a independência editorial. Num artigo publicado no site do La Vanguardia, Carlos Godó afirma que o Grupo Godó “é uma empresa rentável, sem dívidas, com uma estrutura sólida e consolidada”.