Lisgráfica abriu falência e cessou actividade
A Lisgráfica, uma das empresas mais cotadas dedicada à impressão de jornais e revistas, abriu falência. Em consequência, mais de uma centena de pessoas perdeu o emprego.
A situação financeira da empresa, que vinha a degradar-se há algum tempo, foi agravada pela não homologação do seu plano de recuperação por parte do tribunal de Sintra, o que teve como desfecho o fim da actividade da gráfica que imprime publicações como o Expresso ou a Visão.
Segundo revelou o jornal digital Eco, a Lisgráfica acumulou uma dívida total a rondar os 78,7 milhões de euros.
Entre outras publicações, a Lisgráfica imprimia, também, a TV 7 Dias, TV Guia, TV Mais, Avante e Fugas.
De acordo com o administrador de insolvência da empresa, a actividade "foi suspensa, pois foi cortado o fornecimento de energia ao edifício, não existindo liquidez na tesouraria para pagar as facturas em dívida".