Segundo o apelo que citamos, “as empresas e organizações signatárias consideram que a confidencialidade das comunicações electrónicas e a protecção dos dados pessoais são, por essência, indiscutíveis; elas desejam que estes princípios essenciais sejam garantidos por um dispositivo equilibrado, favorável aos cidadãos e aos actores digitais europeus, no seio de um ecossistema digital inovador e dinâmico.”

 

“Ora, a proposta de regulamento ePrivacy, recentemente votada no Parlamento Europeu e actualmente discutida entre os Estados membros, não vai atingir nenhum destes objectivos. Estamos alarmados com disposições que, de facto, não vão oferecer uma protecção eficaz aos cidadãos;  vão reforçar as posições de actores já dominantes da economia dos dados;  vão ameaçar o desenvolvimento das start-ups e das empresas inovadoras europeias, da publicidade digital, das operadoras de telecomunicações bem como de outros sectores de actividade;  e vão atentar contra o papel essencial da Imprensa e dos media na vida democrática europeia.” (...)

 

Esta matéria já fora objecto de outras cartas abertas em Maio e em Outubro de 2017, conforme aqui assinalámos.

 

Mais informação em L'Obs  e em La Nouvelle République  e DigiDay UK, que contêm as versões em francês e em inglês deste apelo