Plataformas “online” reforçam combate às notícias falsas
Nas últimas semanas, as principais plataformas “online” reforçaram os mecanismos de combate às notícias falsas sobre a vacinação contra a covid-19, criando novas ferramentas de alerta e de informação, conclui o mais recente relatório da Comissão Europeia sobre empresas tecnológicas.
Em causa está o programa de monitorização e eliminação das notícias falsas relacionadas com a pandemia de Covid-19, que junta tecnológicas como Facebook, Google, Microsoft, Twitter e TikTok e que está, agora, mais focado na desinformação sobre as vacinas.
No âmbito das redes sociais, a Comissão Europeia notou que o Twitter actualizou os seus instrumentos de pesquisa sobre a Covid-19 na UE, de forma a incluir informação autorizada sobre a inoculação.
Da mesma forma, o TikTok criou etiquetas para sinalizar vídeos com informações não verificadas sobre esta temática.
Já o Google activou uma funcionalidade de informação fiável sobre vacinas e estatísticas, disponível em todos os 27 países da UE, enquanto o YouTube removeu 30 mil vídeos com alegações contraditórias.
A Microsoft, por sua vez, implementou uma nova ferramenta no seu motor de pesquisa, Bing, que mostra o progresso da vacinação.
A Comissão Europeia adiantou, neste documento, estar em “contacto contínuo com as plataformas para combater a grande quantidade de desinformação vacinal, que continua a circular na internet, e para melhorar o processo de monitorização”.
Março 21
O executivo comunitário informou, igualmente , que irá emitir novas orientações, ainda esta Primavera, com o objectivo de “reforçar o Código de Conduta e construir a ponte com as obrigações da futura Lei dos Serviços Digitais”, uma directiva comunitária em fase de negociação, que visa dar mais responsabilidades às plataformas.
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