Francisco Pinto Balsemão
Comemorar 40 anos da fundação do Clube Português de Imprensa traz-nos à memória o grupo de fundadores, entre os quais me conto, e a saudade pelos que partiram.É, de qualquer modo, importante comemorar e congratularmo-nos pelo que de bom se fez e continua a fazer. Desde logo, conferindo a justeza das ações desenvolvidas com o objetivo estatutário de “promover a defesa do papel da imprensa, escrita e falada, na sociedade portuguesa”, o que efetivamente se cumpriu e continua a cumprir nas múltiplas iniciativas, das quais relevo o lançamento dos Prémios de Jornalismo, bem como a participação no Prémio Europeu Helena Vaz da Silva, em parceria com o Centro Nacional de Cultura, assim como encontros, jantares-debate, conferências onde se reflete sobre o país, e especialmente, os media e jornalismo.Há 40 anos, davam-se os primeiros passos no que viria a ser a explosão das novas tecnologias; hoje, “a defesa da imprensa escrita e falada”, espalha-se por uma imensidão de campos de batalha onde os verdadeiros meios de Comunicação Social se confrontam com os falsos meios que proliferam na net ou suportados em grandes plataformas, enquanto os jornalistas profissionais se debatem com as fake news e as enxurradas de lixo que os falsos jornalistas fazem correr nas redes sociais. Ao mesmo tempo, os editores assistem indefesos ao esbulho dos seus conteúdos por piratas organizados em grandes redes e/ou algumas plataformas poderosas, cuja riqueza acumulada as parece tornar imunes perante a Justiça.
Março 21
Tudo o que é novo é mau? Longe disso. O que importa é pôr ordem no mercado dos meios, por forma a distinguir o trigo do joio e evitar que os direitos de quem produz sejam vilipendiados impunemente.
Uma palavra de apreço à atual Direção e ao seu Presidente Dinis de Abreu pelo trabalho que continuam a desenvolver, ultimamente com crescente exposição através do site, numa altura em que as duas crises económicas e de saúde se cruzam e combinam para tornar tudo mais difícil.
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