O “NYT” soma e segue na angariação de subscritores “online”
No ano passado, o “New York Times” estabeleceu o objectivo de alcançar, até 2025, o patamar dos 10 milhões de subscritores “online”.
Para tal, o jornal, que lançou a sua “paywall” em 2011, tem vindo a desenvolver uma estratégia de “marketing” especializada, que passa por conquistar novos leitores, através da sensação de proximidade.
Em primeiro lugar, o jornal convida os utilizadores do internet a registarem-se na página, para terem acesso a alguns artigos gratuitos. Depois, estes leitores recebem sugestões para subscreverem a “newsletters” e para “descarregarem” a “app” do jornal.
Desta forma, o “NYT” consegue recolher alguns dados sobre os leitores, como a localização e a idade, o que permite adaptar as ofertas de subscrição.
Por outro lado, a publicação apostou na criação de equipas interdisciplinares, que ajudaram a melhorar a experiência do utilizador, bem como a qualidade dos artigos.
Como resultado, durante o início da pandemia, os leitores que consultaram o “site” do “NYT” foram recebidos com infográficos e artigos multiplataforma sobre o vírus. Assim, o jornal passou a ser uma referência quanto à cobertura do coronavírus, o que conquistou a confiança de mais leitores, que passaram a subscrever o serviço.
Outubro 20
Outras das grandes apostas do jornal foram a “newsletters”, que são enviadas para o “e-mail” dos subscritores, consoante os seus interesses. De destacar, neste âmbito, o “briefing de coronavírus”.
Até agora, graças à aposta no formato digital, a publicação conquistou 6,5 milhões de assinaturas pagas.
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