Os títulos começaram, então, a adoptar uma estratégia baseada em reputação e  inovação, acabando por registar-se uma aposta crescente em novo formatos, como as “newsletters” e os “podcasts”.


Estes produtos informativos são, agora, cada vez mais populares, já que fogem ao modelo tradicional da imprensa, abordando temas ignorados pelos “media”mainstream”.


As marcas que apostam em produtos diferenciadores e de qualidade acabam por ser “recompensadas” com a lealdade de novos leitores, dispostos a subscrever as edições “online”.


Posto isto, muitos jornais começaram a alterar o “modus operandi”. A publicidade está a tornar-se obsoleta e os modelos de negócio começam a assentar nas receitas obtidas através dos “pacotes de assinatura”.


Esta estratégia já se provou eficaz em títulos como o “New York Times” e o “Politico” que, em plena crise do sector, contemplam a contratação de novos talentos.


Leia o artigo original em Media-tics