Num primeiro grupo encontra-se quem consome notícias por gosto, ou pelo dever cívico de estar informado. Num segundo grupo estão os que sentem uma necessidade específica de se manterem actualizados sobre um determinado tema que afecta a sua vida quotidiana e, no terceiro grupo, concentram-se os que evitam “as notícias” em geral, consumindo apenas as que correspondem aos grandes temas da actualidade.

A investigação revelou, ainda, que os jovens são muito cépticos no que respeita à origem e à imparcialidade da informação, e que não existe um formato preferencial para o consumo de notícias.

Assim, os principais órgãos de comunicação não satisfazem todos os jovens ao mesmo tempo, mas revelam ser a opção mais frequente. “O reconhecimento da variedade de preferências que existem dentro de um grupo incrivelmente diversificado apresenta um novo conjunto de oportunidades para as organizações noticiosas”, escreveram.