Clube Português de Imprensa

Contacte-nos
  • Início
  • O Clube
    • Quem Somos
    • História
    • Primeira Acta
    • Corpos Sociais
    • Mecenas
  • Membros
    • Os Fundadores
    • Quem pode ser membro?
    • Pedido de inscrição
    • Actualização de dados
  • Eventos
    • Agenda
    • Jantares-debate
    • Ciclos de conferências
    • Prémio Europeu Helena Vaz da Silva
  • Aconteceu
  • Legislação
    • Carteira Profissional de Jornalista
    • Código Deontológico dos jornalistas
    • Lei de Imprensa
    • Estatuto do Jornalista
  • Mecenas
  • Contactos
Connosco

… e maioria dos media britânicos sem publicidade em homenagem à Rainha

As empresas de comunicação social britânicas instauraram um blackout publicitário para respeitar a morte da Rainha Isabel II. A ITV, o Canal 4 e a Sky não têm qualquer anúncio publicitário, nos seus canais principais, até, pelo menos, às 5 horas da madrugada de sábado. Esta decisão foi tomada de acordo com um protocolo assinado com o Palácio de Buckingham. Aderiram, ainda, ao “blackout” publicitário a News UK (editora do Times e do Sun) e a Reach (detentora dos jornais Mirror e Daily Express, bem como de mais de 100 títulos regionais). O Mail Metro Media estendeu esta medida de forma a incluir a sua versão impressa, não publicando anúncios na primeira metade do jornal. A Reach retirou todos os anúncios das secções principais nas versões impressas e, também, no digital. O Telegraph seguiu o mesmo modelo e o Clear Channel UK e o JCDecaux substituíram todos os anúncios por tributos à Rainha. Já o Bauer fez uma pausa em todos os anúncios, patrocínios e promoções. No entanto, na editora de revistas Hearst, que possui títulos como a Cosmopolitan ou a Vogue, manteve-se toda a publicidade digital. O Twitter informou que não vai publicar anúncios no Reino Unido durante 48 horas e o Snapchat por 24 horas. As empresas vão reunir-se, nesta sexta-feira, para decidir o prolongamento, ou não, do “blackout”. A extensão deste período poderá penalizar os anunciantes, caso seja efectuada. O “blackout” vai custar milhões de libras, em receitas, aos média. Espera-se, ainda assim, que a compra de jornais alusivos aos funerais, assinalando a morte da Rainha, venham a compensar as receitas perdidas.
Setembro 22
Partilhar:

Outras

Media

Nova política da UE ameaça jornalistas no exílio

A nova política da União Europeia (UE) sobre o retorno de migrantes irregulares, aprovada pelo Conselho da UE a 8 de Dezembro de 2025, coloca em risco a vida de jornalistas e defensores dos...

Ler mais
Media

Quando a notícia se pode transformar em lotaria…

O jornalismo enfrenta uma nova transformação que ameaça a sua função informativa tradicional: a “betificação” da notícia. Conforme alerta Carlos Castilho no Observatório da Imprensa...

Ler mais
Estudo

Livro Branco sobre a inteligência artificial revela carência de formação nos jornalistas portugueses

A grande maioria dos jornalistas portugueses nunca recebeu qualquer formação em inteligência artificial (IA), revela o Livro Branco sobre a Inteligência Artificial no Jornalismo, o primeiro...

Ler mais

+ Connosco

Connosco

Os riscos escondidos das grandes redes sociais 

Embora se definam apenas como plataformas tecnológicas, as redes sociais influenciam as opiniões pessoais. Os especialistas em comunicação, como Rasmus Kleis Nielsen, autor do artigo News as a...

Ler mais
Connosco

A sustentabilidade financeira e a “alfabetização informativa”

De acordo com Carlos Castilho, do Observatório de Imprensa do Brasil, com o qual o CPI mantém uma parceria, o jornalismo enfrenta, actualmente, dois grandes desafios, nomeadamente,...

Ler mais
Connosco

A ameaça das grandes tecnológicas na receita dos “media”

Num texto publicado no media-tics, o jornalista Miguel Ormaetxea, reflectiu acerca da receita de publicidade digital dos media, que, em grande parte, fica nas mãos de grandes empresas de tecnologia,...

Ler mais
Connosco

O que aconteceu e o que ficou para mudar no jornalismo brasileiro

Num texto publicado na revista ObjETHOS, um dos seus pesquisadores, Raphaelle Batista, reflectiu sobre o papel que o jornalismo teve no Brasil durante 2022, assim como o que deve ser mudado. Batista...

Ler mais
Connosco

Nova rede contra a desinformação nos “media”

O Journalism Competition and Preservation Act (JCPA), um projecto de lei que pretendia “fornecer um 'porto seguro' por tempo limitado para algumas organizações de notícias negociarem...

Ler mais
Connosco

Onde se propõe um guia contra preconceitos no jornalismo

Algumas organizações criaram um novo guia, Dimensions of Difference, para ajudar os jornalistas a entender os seus preconceitos e a cobrir melhor as diferentes comunidades. Este projecto baseia-se...

Ler mais
O clube Quem somos História Primeira Acta Corpos Sociais Mecenas
Membros Fundadores Quem pode ser membro? Pedido de inscrição Actualização de dados
Legislação Carteira Profissional de Jornalista Código Deontológico Lei de Imprensa Estatuto do Jornalista
Clube Português de Imprensa 2026 © Todos os direitos reservados
Política de Privacidade Termos de Utilização Links Contactos