O mesmo acontece nos Estados Unidos, com os correspondentes internacionais a assegurarem actualizações constantes, apesar da crescente insegurança.


Neste âmbito, o canal MSNBC recordou a importância do jornalismo em situações de conflito, como forma de alertar para os perigos que os cidadãos enfrentam.


Numa entrevista para o boletim noticioso da MSNBC, o jornalista Terrell Jermaine Starr, que está na Ucrânia a cobrir a guerra, disse acreditar que os profissionais dos “media” têm uma “obrigação moral” em informar o público sobre os acontecimentos bélicos.


“A minha missão é estar aqui, para documentar o que está a acontecer na Ucrânia: uma agressão extrema, por parte do Presidente russo, Vladimir Putin”.


“O meu trabalho é procurar justiça, através do meu jornalismo, para os cidadãos ucranianos”, rematou aquele profissional.


Já nos “media” ucranianos, os jornalistas têm assegurado a publicação de notícias independentes a partir de “bunkers”, ou da parte ocidental do território, onde as condições de reportagem são mais estáveis.


Além disso, estes profissionais estão, agora, a receber ajuda financeira através da  Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) e da Federação Europeia de Jornalistas (FEJ), que lançaram um fundo de apoio.


Também os jornalistas russos podem pedir assistência individual, para que possam refugiar-se em países vizinhos, numa altura em que a censura aos “media” independentes continua a intensificar-se.