O autor alerta, ainda, para as possíveis consequências deste tipo de narrativa. Isto porque, enquanto algumas destas “teorias” podem ser consideradas inofensivas, outras podem ter consequências graves para a saúde pública.

A título de exemplo, as “teorias da conspiração” sobre a existência de “microchips” nas vacinas contra a covid-19 já demoveram quase um terço da população norte-americana de ser inoculada. 


A isto acresce, ainda, a velocidade a que as informações falsas circulam nas redes sociais, afectando milhares de pessoas por minuto.


Aggio considera, então, que este é um tema urgente, que merece a maior atenção mediática, de forma a evitar uma maior calamidade política, social, económica e sanitária.


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