No caso de Owen Jones, o Twitter levou a que o colunista acabasse por ser agredido na vida real. Este defendeu, mesmo assim, a rede social, uma vez que foi, também, um “meio onde as vozes marginalizadas ganharam uma plataforma que era negada na maioria dos meios de comunicação convencionais”.

Graham-Harrison salientou, novamente, o Twitter como um sítio onde todos podem falar abertamente, dando o exemplo dos activistas refugiados que conseguiam comunicar, directamente, com figuras de autoridade, incluindo jornalistas e políticos internacionais.

Além disso, a plataforma é, para Graham-Harrison, uma “fonte de artigos, dicas e contactos, facilitando a investigação dos jornalistas”, e admitindo que sentiria falta do Twitter caso este viesse a desaparecer.