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A missão e a omissão da Imprensa num mundo de mentiras e meias verdades

Falando das eleições presidenciais nos EUA, e citando fontes americanas, o jornalista Carlos Castilho, editor do Observatório da Imprensa do Brasil, parte do princípio óbvio de que “a propaganda politica exagera nas virtudes e omite os defeitos de cada aspirante à Casa Branca”. Sendo assim, e sabendo que mais de metade de um bilhão de dólares das doações entregues aos cinco candidatos foi precisamente gasta em propaganda política, “não fica difícil imaginar que os eleitores estão na verdade sendo submetidos a um bombardeio de mentiras e meias verdades”. Avaliando as coisas do lado do público, Carlos Castilho reflecte sobre dois caminhos opostos: ou “acreditar piamente”, ou “duvidar de tudo e viver numa incerteza permanente”. A conclusão é que “quem escolheu duvidar acaba ficando mais próximo da realidade e assim menos sujeito a surpresas impactantes; o problema é que é muito difícil, quase impossível, uma existência imune aos efeitos de meio bilhão de dólares em mentiras e meias verdades, apenas nos EUA. O público está sendo obrigado a aprender sozinho a sobreviver neste oceano de dúvidas. Quem optou por duvidar, percebe com mais clareza a falta que faz uma Imprensa realmente comprometida com o interesse público”. A crítica final de Carlos Castilho é feita à “omissão da Imprensa” nesta causa, estando “a mudança de atitudes sendo puxada pelo público e não pela Imprensa, mais interessada em captar parte desta montanha de dinheiro em anúncios”. O seu texto pode ser lido, na íntegra, no site do Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual mantemos um acordo de parceria.
Outubro 16
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