A deficiência como tema dos Prémios Dignitas de jornalismo
O Primeiro Prémio Dignitas deste ano, que acumula com o Prémio na categoria de Televisão, foi atribuído à reportagem Impossível é só um exagero para difícil, de Miriam Alves, jornalista da SIC. O seu trabalho descreve uma colónia de férias organizada pela Associação de Actividade Motora Adaptada, que testa um novo modelo, em que os monitores das crianças cegas são crianças que vêem, da mesma idade.
O Prémio Dignitas na categoria de Jornalismo Digital distingue a reportagem O que é isso de vida independente, realizada por Vera Moutinho, do Público, que conta a história de um tetraplégico e da sua luta por uma existência autónoma.
Na categoria de Imprensa ganhou a reportagem Semear a Mudança,da jornalista Cláudia Pinto e do fotojornalista Nuno Pinto Fernandes, publicada na revista Notícias Magazine. O texto debruça-se sobre a instituição BIPP – Soluções para a Deficiência, que promove a inclusão de jovens com deficiência no mercado de trabalho.
O Prémio Dignitas na categoria de Rádio coube à reportagem O Extraordinário Mundo de Irina, de Pedro Mesquita, da Rádio Renascença, em que Irina, de 17 anos, fala sobre o autismo e o seu percurso até à integração na escola e na sociedade.
Por fim, na categoria de Jornalismo Universitário, o prémio foi atribuído ao aluno Tomás Albino Gomes, da Escola Superior de Comunicação Social, pelo seu trabalho A Genética do Amor.
O Júri atribuiu ainda uma Menção Honrosa, na categoria Televisão, à reportagem Corpo sentido, de Mafalda Gameiro, da RTP.
O Júri desta edição foi constituído por Humberto Santos, da APD - Associação Portuguesa de Deficientes, Anabela Lopes, da ESCS, António Belo, da Amnistia Internacional, Paulo Neves, Professor no ISPA, e David Rodrigues, Presidente da Direcção da Associação Pró-Inclusão.
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