O responsável pelo Youtube UK,Ben McOwen Wilson, defendeu que aquela plataforma é mais representativa da “Inglaterra moderna” do que os serviços de televisão.
De acordo com Wilson, a televisão inglesa continua a focar-se num estilo de vida cosmopolita e elitista, que reflecte o dia-a-dia no centro de Londres.
Por outro lado, o YouTube oferece uma grande diversidade de conteúdos, que respondem aos interesses de utilizadores das mais variadas regiões, etnias e culturas.
Além disso, Wilson acredita que há formatos que são exclusivos desta plataforma e que não podem ser encontrados em qualquer outro serviço de “media”.
Agora, a empresa de tecnologia poderá estar próxima de concorrer com a popularidade da BBC, já que a maioria dos jovens ingleses, entre os 16 e os 34 anos, consome, diariamente, cerca de 46 minutos, de programas no YouTube.
Outubro 20
Ademais, as carreiras no YouTube estão a tornar-se atractivas para os profissionais dos “media”, já que partilhar conteúdos naquela plataforma não requer uma licença e pode ser, especialmente, lucrativo.
Em declarações a um painel do Ofcom, o director-geral da BBC, Tim Davie, disse admirar o trabalho desenvolvido na plataforma. Contudo, aquele responsável considera imprudente aplicar um modelo semelhante no operador público, devido à falta de regulação.
Wilson, por sua vez, acredita que o YouTube deve zelar pela liberdade de expressão e que os únicos conteúdos a serem regulados são aqueles que apelam ao ódio.
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