Os especialistas consideram, contudo, que os criadores de conteúdos de entretenimento devem continuar a seguir a mesma receita de sempre, já que, provavelmente, não têm ferramentas suficientes para reportar sobre o vírus. Além disso, é provável que, com o abrandar da pandemia, os ouvintes se voltem a “refugiar” em programas que os divirtam.


É, também, sugerido que os “podcasts” de culto apostem num discurso intimista, já que estudos sugerem que a população encontra conforto em vozes que lhes são familiares.


Contudo, como seria de esperar,  “podcasts” noticiosos têm sido mais procurados, em plataformas como o “Spotify”, cujos ouvintes se interessam, principalmente, por produtos de entretenimento.


Os programas de história estão, igualmente, a atravessar uma vaga de sucesso, já que os americanos parecem interessados em perceber as semelhanças entre o coronavírus e outras pandemias, como a Gripe Espanhola e a peste bubónica.