Serviço de “streaming” da SIC quer ser “complemento de luxo”
A SIC lançou, recentemente, a Opto, um serviço de “streaming” que contará com conteúdos exclusivos.
Em declarações à revista “Meios e Publicidade”, o CEO do Grupo Impresa, Francisco Pedro Balsemão, disse acreditar que “a Opto será um complemento de luxo às plataformas internacionais”.
“ Com um preço mais baixo, mas com uma experiência de utilização e de navegação ao mesmo nível daquelas, estamos convictos de que será um sucesso, porque teremos milhares de horas de portugalidade de alta qualidade, que falta aos outros”, prosseguiu aquele responsável.
Este serviço de “streaming” pode ser utilizado de forma gratuita ou consoante planos de subscrição, que dão acesso a conteúdos exclusivos, antestreias e 30 dias de gravação da “grelha” da SIC. Além disso, excluem as interrupções para publicidade.
“O primeiro ano da versão ‘premium’ da Opto custará 29,99 euros, se se fizer a subscrição até à data de lançamento da plataforma, a 24 de Novembro. Quem subscrever a partir dessa data pagará o valor de 39,99 euros por ano. Quem preferir a versão mensal poderá subscrever o serviço por 3,99 euros/mês. No estrangeiro, apenas existe a versão com subscrição anual, com um valor de 69,99 euros/ano”, notou o CEO do Grupo.
Novembro 20
Aquele responsável sublinhou, ainda, que “a Opto será, sobretudo, inovadora, um espaço para se dar asas à criatividade e a novas estéticas e técnicas narrativas, sem medo de diversificar e arriscar, e daí apostarmos inicialmente na produção de conteúdos originais em géneros tão distintos como o drama histórico (...), o humor na vertente sátira social (...), ‘sketches’, documentários e Grandes Reportagens”.
Francisco Pedro Balsemão não revelou a taxa de adesão ao serviço, mas garantiu que o produto está a ser bem recebido pelo mercado, e que os valores registados correspondem ao plano traçado.
A NPR (National Public Radio) iniciou uma reestruturação da sua redacção, com cortes de colaboradores e fusões de editorias, numa tentativa de responder à transformação acelerada do...
“O perigo não é a automação, mas um sistema de valores industriais onde a velocidade supera a perícia humana e o valor público.” A advertência é de Agnes Stenbom Swedling, uma das...
Os jornalistas precisam de recuperar espaço e relevância nas redes sociais perante o crescimento dos criadores de conteúdos, afirmando-se como figuras de “autoridade, rigor e ética”. A...
Num artigo de opinião publicado no Observatório da Imprensa do Brasil, parceiro do CPI, a investigadora Clarissa Peixoto defende que os jornalistas devem ter garantido o “direito à...
O Conselho da Europa lançou uma nova oportunidade de financiamento destinada a apoiar iniciativas lideradas por jovens nas áreas da literacia mediática, combate à desinformação e defesa do...
Um artigo do The Fix explica como o jornal independente eslovaco Denník N transformou as newsletters num dos pilares centrais da sua estratégia editorial e de subscrições, construindo...
A importância da comunicação social regional e local para a democracia e para a coesão territorial esteve no centro do debate “O papel da comunicação social regional”,...
A ascensão do chamado “jornalismo de criadores” está a transformar profundamente a indústria da informação e poderá representar a maior disrupção alguma vez enfrentada pelos meios de...
Num contexto marcado pela desinformação, polarização política e crescente hostilidade contra a imprensa, a sustentabilidade económica do jornalismo profissional tornou-se um dos principais...