Revista “Máxima” chega ao fim em Junho por decisão da Cofina
A revista “Máxima” vai chegar ao fim. A próxima edição, com capa de Junho, será a última.
A decisão foi entretanto anunciada pela Cofina. De acordo com o Grupo, a “decisão de deixar de publicar a Máxima (...) prende-se com a evolução do consumo e do comportamento do leitor, bem como com a crise que os media atravessam e que se agudizou no contexto da pandemia”.
Segundo o mais recente relatório da APCT, a revista vendeu, em 2019, uma média de 20.866 exemplares, uma quebra de 22% em comparação com o ano anterior.
No comunicado, não se explica o que irá acontecer aos trabalhadores da revista.
Como nos recorda o jornal “online” “Observador”, a “Máxima” chegou às bancas portuguesas em 1988, inspirada no conceito da revista francesa “Madame Figaro”. O primeiro número, que contou com a participação do cronista Miguel Esteves Cardoso, entre outros, registou uma tiragem superior a 45 mil exemplares e acabou esgotado.
Maio 20
A “Máxima” assumiu-se como “a revista da mulher portuguesa”, bandeira de uma nova forma de fazer jornalismo, para um segmento tipificado.
Muito longe de ser apenas uma publicação de moda, a “Máxima” juntou o gosto e a literacia crescentes sobre o mundo do “lifestyle”, serviu de “palco” para alguns dos principais talentos nacionais e tratou, ao longo de mais de 30 anos, temas disruptivos e marcantes para a sociedade portuguesa.
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