Relatório da ERC revela maioria rentável nos “media”
A maioria (66%) dos “media” portugueses apresentou resultados líquidos positivos em 2019, ainda que essa percentagem se tenha fixado três pontos percentuais abaixo da registada em 2018, segundo um relatório da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC).
Além disso, os resultados líquidos atingiram os 19,5 milhões de euros, enquanto o EBITDA (lucros antes de impostos, resultados financeiros, depreciações e amortizações) se fixou em 51,5 milhões de euros, o que representa uma quebra de 5%, face ao ano anterior
Na generalidade, a ERC considera que o sector se mantém rentável. “A alavancagem do sector permaneceu elevada, com uma proporção média de capitais próprios para o activo de 41%”.
“As quotas de mercado nos segmentos relevantes mantiveram-se próximas mas, em regra, tem permanecido, ao longo dos anos, uma publicação dominante, como por exemplo o ‘Correio da Manhã’, nos jornais diários, com uma quota da circulação média anual de 37%, seguido pelo Jornal de Notícias com 20%, ou, nos semanários, o ‘Expresso’, com uma quota da circulação média anual de 65%”, pode ler-se no documento.
A 31 de Dezembro de 2019 encontravam-se activas e registadas na entidade 1.725 publicações periódicas, 309 empresas jornalísticas, 286 operadores de radiodifusão, 109 serviços de programas distribuídos exclusivamente pela internet, 25 operadores televisivos, dez operadores de distribuição de televisão (STVS) e duas empresas noticiosas.
Novembro 20
No universo das maiores e mais representativas empresas do sector, só o segmento dos operadores de televisão e a agência noticiosa (Lusa) registaram crescimento médio das receitas de exploração, na ordem dos 5%.
Os restantes segmentos – telecomunicações, conglomerados ‘media’, publicações periódicas e rádio – viram estas receitas diminuir cerca de 3% em 2019.
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