A 21st Century Fox oferecia 11,7 mil milhões de libras (cerca de 13,3 mil milhões de euros) por esta operação, que lhe permitiria deter os 61% que lhe faltam da Sky, uma rede de canais na área do entretenimento, desporto e saúde. 

Segundo o Público, que aqui citamos, Anne Lambert, presidente da CMA – Competition and Markets Authority, defendeu ser “muito importante que nenhum grupo ou particular tenha demasiado controlo dos nossos meios de informação ou demasiado poder para afectar a agenda política”. Concretamente, e citando agora a Lusa, a aquisição do grupo britânico Sky pela cadeia norte-americana Fox “pode resultar no fortalecimento do controlo da comunicação social pela família Murdoch no Reino Unido e, consequentemente, influenciar a opinião pública e a agenda política”. (...) 

“Numa decisão mais positiva para a Fox, a Autoridade para a Concorrência e os Mercados também considerou que o grupo de Robert Murdoch não iria contra o interesse público no que diz respeito aos padrões de qualidade dos canais televisivos, um factor que também estava a ser analisado.” 

“A 21st Century Fox está neste momento envolvida numa outra operação de ainda maior dimensão, com a Disney a tentar finalizar nos Estados Unidos a compra do grupo por 52.400 milhões de dólares (cerca de 44.500 milhões de euros).” 

Em Novembro do ano findo, e conforme aqui relatámos, admitia-se que a Sky News podia chegar ao ponto de fechar, precisamente “se a entidade britânica reguladora da concorrência impedisse a sua aquisição pela 21st Century Fox”.

 

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