O projecto de jornalismo “Afirmativo” foi lançado em Novembro e irá deixar de partilhar novos conteúdos em Fevereiro. O “Afirmativo” trata-se, assim, de um iniciativa de “jornalismo pop-up”, uma corrente que começa a ganhar algum destaque um pouco por todo o mundo.
Em entrevista à “Meios e Publicidade”, o jornalista responsável pelo projecto, Bruno Horta, disse que o objectivo passa por, durante um curto espaço de tempo, noticiar as crises provocadas pela segunda vaga da pandemia junto de minorias.
Por ser uma iniciativa de curta duração, Bruno Horta diz não ter estabelecido um objectivo para o número de visitas. Isto porque, de acordo com o jornalista, os projectos “online” “precisam de tempo para consolidar e fidelizar visitantes e uma vez que se trata de um projecto temporário, estou ciente desde o início de que não terei tempo suficiente para que tal aconteça”.Assim, o “Afirmativo” funcionará, sobretudo, como “um registo histórico em tempo-real, que fique e seja consultável nos próximos anos, pelo que a audiência actual é menos relevante”.
Janeiro 21
“Espero que a ideia de projectos jornalísticos temporários se dissemine em Portugal, porque está em decadência o modelo das empresas e redacções criadas para durar décadas. A profusão de temas, realidades, nichos e formas de fazer jornalismo já não permite que se trabalhe apenas segundo o modelo de organização do trabalho que herdámos do século XIX”, considerou, ainda, o jornalista.
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