De acordo com os organizadores, o livro “tem o objectivo de registar, na forma impressa, análises de determinados períodos e coberturas” e que já circularam pelo site do objETHOS, daquela universidade. E afirmam: “faz parte do jornalismo a crítica da sociedade e dos poderes. Assim, o jornalismo também deve prestar contas socialmente de sua actividade, dos valores cumpridos, dos erros que afectam os indivíduos e a vida pública”.


Ao todo, o volume congrega 41 artigos, assinados pelos organizadores e por mais quatro investigadores:  Elaine Manini, Amanda Souza de Miranda, Lívia de Souza Vieira e Rogério Christofoletti, divididos em quatro capítulos.


Para o redactor-chefe do Observatório da Imprensa, Luiz Egypto de Cerqueira,  “o objETHOS mostrou ao que veio, e os artigos reunidos no livro são uma prova disso. No fim das contas, é disso que se trata: da defesa do jornalismo como serviço público e instrumento imprescindível para o fortalecimento da democracia”.


Um livro, portanto, de leitura obrigatória, numa altura em que se colocam delicados problemas éticos no exercício da profissão de jornalista.