Segundo o texto de apresentação, “para cumprir a sua missão, a MAGG terá um site próprio (magg.pt), assim como uma identidade visual distinta e uma equipa editorial dedicada com uma uma direcção própria”. 

“A MAGG será também detida por uma empresa independente, a Creative Ninjas Lda, detida pelo Observador On Time S.A. e por O Bandido Maneta LDA, a empresa do seu publisher, Ricardo Martins Pereira.” 

“Esta autonomia não significa que a MAGG dispense o ADN do Observador, a sua preocupação com qualidade dos conteúdos, o seu rigor e exigência, tal como a sua vontade de surpreender os leitores e ir além das notícias que todos dão. Mais: o Observador e a MAGG partilharão conteúdos, mesmo mantendo a suas identidades distintas.” (...) 

A apresentação do projecto é desenvolvida num conjunto de nove perguntas e respostas onde, entre outros pontos, se explica que ele não estará organizado por secções: 

“A organização tradicional dos sites não está, por estes dias, ajustada à forma como os utilizadores navegam numa plataforma digital. Se há uns anos, sobretudo antes da massificação das redes sociais, o nosso comportamento era o de entrarmos num site, vermos a homepage e saltarmos de secção em secção à procura dos temas que cada uma apresentava  — um pouco como acontece com os produtos em papel, organizados por áreas —, hoje em dia as coisas já não são bem assim.” 

“As estatísticas mostram que os utilizadores deixaram de navegar na horizontal, deixaram de carregar nos botões das secções, e preferem continuar a ler a homepage à procura de assuntos interessantes. O Facebook, o Instagram ou o Twitter habituaram-nos a conviver com naturalidade com conteúdos misturados, ou seja, já ninguém acha estranho ver um destaque com um assunto de política, ao lado de outro de futebol, um com uma receita e outro de moda. A Internet é isso, os sites também devem ser isso e é assim que a MAGG será.” (...)

 

Mais informação no Observador