O jornalista russo Aleksandr Pichugin poderá ser condenado pela “divulgação pública de informação falsa, que constitui uma ameaça para a segurança dos cidadãos”, denunciou o Comité para a Protecção dos Jornalistas (CPJ).
Em causa está um texto satírico publicado, a 12 de Abril, na rede social Telegram, no qual o jornalista criticou a Igreja Ortodoxa, por não seguir as directivas de segurança relativas ao novo coronavírus.
Caso seja considerado culpado, Pichugin deverá cumprir dois anos e meio de pena suspensa.
No decorrer do julgamento, os representantes do jornalista argumentaram que a “desinformação” apresentada era, apenas, uma metáfora, pelo que o profissional não terá cometido nenhum delito.
Perante este quadro, o CPJ apelou às autoridades russas que retirassem as queixas contra o jornalista, que “deve exercer as suas funções em liberdade”.
Novembro 20
De acordo com relatórios da Freedom House, a Rússia é um país não livre, onde os jornalistas são, frequentemente, alvo de ameaças e violência. Além disso, a maioria dos “media” são controlados pelo governo.
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