Ao enfatizar que “o pluralismo e a diversidade dos media portugueses” estiveram bem representados naquela exposição, João Palmeiro lembrou que “apesar de todas as novas tecnologias, estou certo de que continuarão também no papel a divulgar os nossos territórios e a contribuir para o sucesso da União Europeia e para um valor essencial que é a paz e outro a solidariedade”.

A exposição que esteve patente durante uma semana, contou ainda com o apoio da AIIC - Associação de Imprensa de Inspiração Cristã, e inseriu-se no objectivo da API de apresentar uma candidatura à UNESCO para reconhecimento da imprensa centenária portuguesa como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Para Palmeiro “existe uma maneira portuguesa de fazer jornalismo e editar jornais e essa maneira ultrapassa as fronteiras do nosso país e está espalhada por todo o mundo há muitos anos”.

Foi essa “maneira portuguesa” que Bruxelas ficou a conhecer, valorizando a imprensa local e a divulgação da sua importância na perspectiva europeia.