As agências noticiosas Lusa e Efe, querem “participar activamente” no plano de acção para a democracia europeia, de Bruxelas, já que consideram ser “o último garante” da informação livre.
“As agências de notícias de Portugal, Lusa, e de Espanha, Efe, vêm manifestar a sua firme intenção de participarem, activamente, no European Democracy Action Plan [Plano de Ação para a Democracia Europeia], que a Comissão Europeia pretende apresentar até ao final de 2020”, referiram as empresas, numa carta conjunta enviada às instituições europeias em Bruxelas.
Asquelas agências disseram contribuir “ diariamente, e de forma significativa, para minorar as dificuldades de redações cada vez mais reduzidas” e que, por isso, “devem ser contempladas no plano europeu de ajuda aos ‘media’” e no combate contra a desinformação.
Setembro 20
Na missiva, a Lusa e a Efe consideraram, também que “a crise dos 'media' não pode ser tratada como uma mera questão dos mercados e do jogo da oferta e da procura”, tendo antes de ser contemplada “como uma questão essencial para a saúde das democracias e um dos seus pilares fundamentais”. Por isso, a Lusa e a Efe manifestaram o seu “firme propósito em darem o seu contributo, através da experiência acumulada em várias décadas ao serviço de uma informação isenta, rigorosa, livre e independente”.
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