Kote explicou, neste sentido, que estes jornalistas têm sido essenciais para distinguir os factos da propaganda enganosa, ajudando o “Monde” a publicar informações fidedignas sobre o conflito, evitando reproduzir a desinformação .


Por outro lado, reforçar o número de enviados especiais na Rússia e na Bielorrússia provou-se impossível, devido aos elevados níveis de “repressão e vigilância”. Ainda assim, o “Monde” continua a contar com a colaboração de um correspondente em Moscovo.


Quanto à saúde mental dos jornalistas, aquele responsável esclareceu que, de forma a protegerem-se a nível psicológico, os profissionais tendem a manter uma certa distância emocional dos acontecimentos.


No entanto, continuou Kote, o “Monde” oferece  acesso a consultas de saúde mental, aos jornalistas que as requisitarem.


A nível de segurança física, todos os profissionais têm acesso a materiais de protecção e identificação.


Kote recordou, por fim, que voltará a responder às dúvidas dos leitores do jornal, na primeira terça-feira de Abril.