Jornalistas de permeio no “ping-pong” sino-americano
O “folhetim” mediático entre a China e os EUA continua a fazer novas vítimas, agora que Washington impôs mais restrições aos correspondentes de Pequim.
De acordo com um novo decreto, divulgado em 8 de Maio, os vistos profissionais dos jornalistas chineses nos Estados Unidos serão limitados a um prazo de 90 dias.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês já reagiu, publicamente, à implementação dessa medida, e prometeu apertar as restrições aos jornalistas norte-americanos radicados na China.
A troca de iniciativas restritivas aos “media”, entre EUA e China, iniciou-se em Fevereiro, quando Pequim ordenou a expulsão dos três correspondentes do “Wall Street Journal”, por causa de um artigo de opinião que apontava as debilidades do Governo chinês em conter o surto de coronavírus.
Maio 20
Em resposta, a Administração de Trump anunciou a redução do número de correspondentes nos EUA ligados aos “media” controlados pelo Partido Comunista chinês.
Posteriormente, Pequim impediu 13 jornalistas, que trabalhavam para o “New York Times”, o “Wall Street Journal” e o “Washington Post”, de continuarem a exercer funções em território chinês.
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