Instituto recomenda precauções para evitar “fake news”
À medida que a data das eleições presidenciais norte-americanas se aproxima, os utilizadores das redes ficam mais propensos a entrar em contacto com desinformação sobre os candidatos.
Como tal, o Instituto Poynter desenvolveu um guia com sete ferramentas, para que os eleitores consigam detectar, mais facilmente, “fake news”, e ignorar o seu conteúdo.
Em primeiro lugar, o Instituto Poynter considera essencial que os utilizadores da Internet se informem, devidamente, sobre o processo eleitoral. Desta forma, conseguirão descartar, mais facilmente, qualquer informação falaciosa. Para tal, os cidadãos devem dar prioridade a “fontes primárias”, como os “sites” oficiais “Vote.org”, ou, o “USA.gov”.
Além disso, os autores do artigo recomendam que os eleitores consultem guias certificados sobre a campanha dos candidatos. Estes documentos podem ser encontrados nas páginas “BallotPedia” ou “Congress.gov”, que contém, igualmente, informações sobre a carreira política de Joe Biden e Donald Trump.
Em terceiro lugar, o Instituto sugere que os leitores não confiem em declarações sobre fraude eleitoral, já que alguns estudos sustentam que este tipo de incidente é bastante incomum.
Outubro 20
De acordo com o artigo, é, igualmente, crucial que os utilizadores das redes sociais reflictam sobre o conteúdo que lêem nestas plataformas, descredibilizando aquelas que não são sustentadas por factos.
Neste contexto, os cidadãos deverão, da mesma forma, estar atentos a imagens e vídeos, que poderão ter sido manipulados.
Em sexto lugar, o Instituto Poynter alerta para “estratégias de supressão”, utilizadas para “afastar” os eleitores das mesas de voto. Algumas das táticas comuns passam pela publicação de ameaças de detenção de imigrantes.
Por fim, os autores do artigo apelam a que os leitores partilhem estas dicas com os seus familiares e amigos.
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