IFJ pede a investigação dos crimes contra jornalistas
Por ocasião do Dia Internacional das Nações Unidas pelo Fim da Impunidade por Crimes contra Jornalistas, a Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) apelou aos governos que condenassem os responsáveis pelos atentados aos profissionais dos “media”.
Conforme recordou a IFJ, mais de 35 jornalistas foram mortos este ano por motivos relacionados com as suas práticas profissionais.
Além disso, continuou a IFJ em comunicado, os colaboradores dos “media” continuam a ser alvo de assédio e de ameaças nas redes sociais. Outros profissionais relatam, ainda, ter sido alvo de violência física.
Os ataques à imprensa passam, também, pela vandalização de material de reportagem.
A IFJ recorda, neste sentido, que a maioria dos ataques é investigada e que, apenas 1 em cada 10 homicídios de jornalistas são objecto de um processo adequado.
Este ano, a IFJ destaca, em particular, os casos do Afeganistão, Kosovo, México, Somália e Iémen, cujos governos são conhecidos por ignorar os crimes contra a imprensa livre.O presidente da IFJ, Younes MJahed, declarou, neste sentido, que está “na hora de acabar com a negligência judicial, a legislação abusiva, e com a falta de medidas governamentais”.
Novembro 21
“Em nome dos nossos colegas e amigos que foram atacados, ameaçados ou mortos, dos seus entes queridos que são testemunhas impotentes do amordaçamento deliberado dos jornalistas, em nome da liberdade dos meios de comunicação e do direito do público em ser informado, queremos justiça agora. E queremos a verdade”.
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