A Impresa melhorou a sua "performance" financeira, ao encerrar as contas de 2021 com lucros na ordem dos 12,6 milhões de euros, um crescimento de 12,5% relativamente ao exercício anterior.
De acordo com Francisco Pedro Balsemão, CEO da Impresa, “estes são os maiores lucros da Impresa desde 2007, fruto da dedicação e do esforço de quem trabalha no Grupo, a quem é devida uma palavra de reconhecimento e gratidão”.
Francisco Pedro Balsemão destaca, neste âmbito, as receitas publicitárias do Grupo, que se fixaram nos 190,2 milhões de euros, que comparam com 178,1 milhões de euros gerados pela operação no ano anterior.
Este desempenho, acrescentou o mesmo responsável, foi determinante para a evolução positiva dos resultados líquidos.
Também o segmento de ‘publishing’, que assegurou os custos operacionais em linha com o ano anterior, mantendo-se na fasquia dos 20 milhões de euros, melhorou, significativamente, a sua “performance” financeira. Nesta área de negócio, as receitas totais aumentaram 2,3%.
Aquele Grupo registou, ainda, uma subida nas receitas de IVR (chamadas de valor acrescentado) e no segmento “Outros”.
Por outro lado, a Impresa deu conta de um ligeiro recuo no EBITDA consolidado, que passou dos 31,1 para os 30,8 milhões.
Relativamente ao endividamento, a Impresa encerrou as contas de 2021, com uma dívida remunerada líquida de 138,6 milhões de euros, apontada como “o valor mais baixo de dívida desde 2005, ano em que a Impresa passou a deter a totalidade do capital social da SIC”.
Abril 22
“Continuaremos neste esforço imparável de redução da dívida", garante Francisco Pedro Balsemão, frisando que os valores agora reportados se encontram “bem longe dos 231,6 milhões de euros de há 10 anos”.
“Em 2022, depois de um ataque informático criminoso e apesar da incerteza associada à guerra na Ucrânia e o seu impacto na economia portuguesa, a Impresa vai procurar consolidar estes bons resultados e a liderança das suas principais marcas, melhorando a sua margem operacional e continuando a reduzir a sua dívida, prosseguindo a aposta na qualidade, competitividade e diversificação do seu portfólio de conteúdos”, concluiu o CEO do Grupo.
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