Os “media” começaram, recentemente, a reforçar a sua aposta nas editorias de Saúde e Bem-Estar, uma vez que este tipo de conteúdo leva os jovens a lerem publicações jornalísticas.
Como tal, os investidores publicitários estão a demonstrar interesse em colocar os seus anúncios nos títulos que apresentem artigos de qualidade sobre “lifestyle”.
Esta tendência verifica-se, aliás, em alguns dos maiores títulos norte-americanos, como o “Washington Post”, que lançou, agora, um departamento de Saúde e Bem-Estar, que conta com uma equipa de 20 jornalistas.
Em entrevista para a “Press Gazette”, a editora do “Post” para diversidade e inclusão, Krissah Thompson, explicou que o trabalho desenvolvido por este departamento será uma combinação de responsabilidade, rigor e apelo ao consumidor.
“Nós consideramos que já temos algumas das melhores reportagens de ciência e saúde do mundo. E isso contribuirá para a qualidade dos artigos da nova editoria, que basear-se-ão em factos, para responder a questões sobre saúde mental e exercício físico”.
Além disso, de acordo com o “Laboratorio de Periodismo”, os consumidores espanhóis parecem cada vez mais interessados em melhorar o seu estilo de vida, e em adquirir produtos para o seu bem-estar.
Abril 22
Por isso mesmo, é provável que as marcas de cosmética queiram reforçar a sua presença nos “media”, ao lado de artigos de “lifestyle”.
Por outro lado, diversos estudos apontam que os conteúdos de saúde e o bem-estar são dos que mais interessam às novas gerações . Logo, o fortalecimento dessas áreas resultará, consequentemente, em maiores possibilidades de atrair um público jovem e de rejuvenescer as audiências.
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