O objectivo é fazer do DN “uma marca forte” com capacidade de “determinar a agenda política, económica, social ou cultural”.


Durante a reunião, Rosália Amorim lamentou ainda, herdar uma redacção “reduzida” e com “recursos escassos”, já que, no início de Novembro, a equipa do DN passou a contar com, apenas, 20 jornalistas, incluindo chefias.